O MEIO TERMO DA ALA - por Renato Mauricio Basso

Jefferson Severino - 01/08/2015 SC 01571 JP

O MEIO TERMO DA ALA
por Renato Mauricio Basso


 

E o samba que todos dançam é o do crioulo doidão.

Uns pensam que todos sabem deles, outros acham que ninguém observa seus passos. Os primeiros, claro, devem agir com mais cautela para não deixar rastro, odor, e não serem punidos por culpa ou dolo. Cometem menos atos ilícitos, em média.

Meu pai dizia que me corrigia, as vezes com rigor por mim merecido, para que a polícia não o fizesse, e nunca fui preso, nem quero ser, não preciso de repreensão de força. E o meu velho estava certo. Pouco sabem de mim e não tenho nada a esconder, nem minha indignação e revolta contra os esquerdopatas (patas de doentes pelo poder e pelo fanatismo rubro). Taí um bom gancho pra quem acha que a punição ajuda, e muito, na prevenção do crime. O medo do castigo afasta o cidadão do ilícito, tá mais que provado.

Mas nesse frenesi tem aqueles que conseguem ficar num não menos imoral meio termo, se achando pouco vigiados e que se dane se assim se encontram. Esses, tenho certeza, são os mais perigosos porque sorrateiros, dissimulados, esquivos, sebosos, atores malandros... e eu que não ia qualificar político. Agora foi.

Nem precisa dizer que dentre os últimos, os mais descarados e idiotas se dão mal logo no primeiro deslize.

Bueno, então já podemos dizer que conhecemos, por amostragem, alguns que estão na ala do meio-termo dessa delirante avenida, mestres-salas simpáticos e porta-bandeiras receptivas com seus estandartes vermelhos. Mas como separá-los com seus maus costumes, isolá-los do povo, da máquina administrativa? Não é fácil extirpar a tiririca da horta... ixe, lá vem político ... aliás, algum projeto de lei relevante apresentado pelo palhaço? Não vi vem ouvi. Meu representante é que não é, insignificante, biruta, deixa prá lá.

O inço está por toda parte, desde os mais altos escalões a esquinas mal iluminadas, inunda palácios e favelas. 

Como extirpá-lo? Como fazer uma cirurgia sem matar o doente, moribundo país que se arrasta pelos corredores fétidos de seu único sistema de saúde, sem remédio nem pra seborréia, que dirá pra metástase?

O tempo está passando e o remédio não vem; o remédio da educação, da disciplina, do respeito à causa pública, do trabalho digno. Tem remédio, sim.

Acontece que o paciente está na UTI, precisa de desfibrilador, de alquimistas competentes e responsáveis, fiéis a seus juramentos e bons princípios. O Brasil tem excelentes cidadãos para tal tarefa, só precisam eles mostrar sua cara sem medo de críticas, sem receio de candidatarem-se, dispostos a acabar com a corrupção.

Pra começar os trabalhos vamos fazer uma assepcia, tirar bactérias e fungos da fratura exposta, arrancar o tumor em suas mais recônditas raízes, vitaminar, energizar o paciente e fazê-lo vingar. É só o que se quer.

Dá pra ver uma luz no fim do corredor, vamos em frente, alertas aos falsos médicos que não falam nossa língua, para que não obstruam o caminho da democracia, sem meio-termo.

Renato Mauricio Basso
Juiz de Direito
rmb5885@tjsc.jus.br

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